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As "joias" da bioeconomia que impulsionam o Sudeste Paraense

Cacau e Açaí ganham espaço nas exportações e mostram que a força de Marabá e região vai muito além do maior rebanho bovino do estado.

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Imagem ilustrativa da notícia As "joias" da bioeconomia que impulsionam o Sudeste Paraense camera O avanço desses produtos é impulsionado pelo uso de tecnologias de monitoramento | Reprodução IA

O Sudeste do Pará é mundialmente conhecido por sua força na pecuária, ostentando um dos maiores rebanhos bovinos do Brasil. No entanto, uma nova fronteira econômica, baseada na floresta em pé e no cultivo sustentável, está ganhando os mercados internacionais: a bioeconomia. O cacau e o açaí deixaram de ser apenas produtos de subsistência para se tornarem pilares estratégicos do agronegócio regional.

Enquanto o estado se destaca na exportação de carne bovina, o Pará consolidou-se também como o maior produtor de cacau do país. A produção, concentrada na região da Transamazônica e em polos próximos a Marabá, foca agora em amêndoas finas, que possuem maior valor agregado para a indústria de chocolates de luxo na Europa.

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O "Ouro Roxo" e o Mercado Global

O açaí, outro símbolo paraense, domina o mercado mundial a partir da produção local. Além do consumo como alimento, a polpa e os subprodutos do fruto estão sendo amplamente utilizados nas indústrias de:

Cosméticos: Óleos essenciais para hidratação;

Suplementos: Alta concentração de antioxidantes para o setor fitness.

Sustentabilidade como Diferencial

A tendência para 2026 aponta que o diferencial competitivo da região é a capacidade de gerar créditos de carbono e utilizar a biodiversidade sem desmatar. Esse modelo, conhecido como Bioeconomia, permite que pequenos e médios produtores acessem mercados rigorosos, como o europeu, que exige rastreabilidade total e conformidade ambiental.

Logística e Tecnologia

O avanço desses produtos é impulsionado pelo uso de tecnologias de monitoramento via satélite e pela melhoria da logística multimodal. A integração entre rodovias e hidrovias tem barateado o custo de escoamento, permitindo que as "joias" do Pará cheguem com preços competitivos aos portos de Barcarena e Itaituba.

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