A pouco mais de um mês para o início da Copa do Mundo de 2026, na América do Norte, a Seleção Brasileira lida com um cenário preocupante em seu departamento médico. O técnico Carlo Ancelotti enfrenta baixas críticas em todos os setores do campo. Além dos cortes confirmados de Éder Militão e Rodrygo, a situação do jovem Estêvão, do Chelsea, é classificada como uma “séria dúvida”, tornando improvável sua participação no torneio.
Estêvão, que vinha sendo o artilheiro do Brasil sob o comando do técnico italiano, sofreu uma lesão muscular de grau 4 na coxa direita, com ruptura quase completa das fibras. Para especialistas, ele seria a "arma secreta" do Brasil, oferecendo o drible e o improviso necessários para romper defesas fechadas.
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Sem a joia, Endrick surge como o substituto imediato, podendo atuar pelo lado direito, assim como Rayan, do Bournemouth, que corre por fora.
Peças fundamentais fora de combate
O setor defensivo perdeu sua principal referência de versatilidade. Éder Militão passou por sua terceira cirurgia em menos de dois anos após romper o tendão do bíceps femoral, o que o retira oficialmente do Mundial.
Para o seu lugar, nomes como Ibañez e o veterano Danilo são as opções para manter a solidez exigida por Ancelotti. Já no meio-campo, a ausência de Rodrygo — fora devido a uma ruptura de LCA — retira o principal articulador de jogadas do time. Gabriel Martinelli e João Pedro são os nomes mais cotados para herdar a função tática no ataque.
O fator Neymar e o cenário global
Enquanto Alisson e Raphinha devem retornar a tempo para a competição, a dúvida sobre Neymar Jr. permanece. Fora do planejamento principal nos últimos meses, o craque ainda é visto como uma alternativa técnica para atuar mais recuado, suprindo a falta de um "camisa 10" criativo. Contudo, analistas apontam que a intensidade física do torneio pode ser um entrave para sua convocação final.
A crise de lesões não é exclusividade brasileira. O calendário exaustivo fez vítimas em outras potências: a Inglaterra não terá Jack Grealish, a França perdeu Hugo Ekitiké e a Alemanha não contará com Serge Gnabry. O alto índice de desfalques entre as principais estrelas do futebol mundial acende um alerta sobre o desgaste físico dos atletas no ciclo atual.
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