O retorno de Justin Bieber aos palcos como headliner do Coachella neste sábado (11) não foi exatamente o que muitos esperavam. O artista, que estava afastado dos grandes shows desde o cancelamento da turnê Justice em 2023 por questões de saúde, foi duramente criticado nas redes sociais pela falta de produção e pelo formato inusitado da apresentação.
O ponto alto da polêmica foi o momento em que Bieber utilizou a interface do YouTube projetada nos telões para navegar e cantar trechos de sucessos antigos como "Baby" e "Never Say Never", o que internautas apelidaram de "karaokê de si mesmo".
Veja também
- Morte de Matthew Perry: Justiça americana condena "Rainha da Cetamina" a 15 anos
- Veja quem é o ator escolhido para viver Robinho em 'Tremembé'
- Clipe inédito de Rita Lee em espanhol é achado por fãs
Reações e Polêmicas
O formato "low effort" (baixo esforço) gerou uma onda de debates no X (antigo Twitter):
• Críticas ao Cachet: Muitos usuários questionaram o alto valor pago ao cantor (estimado em milhões de dólares) para uma performance sem coreografias ou cenografia complexa.
• Venda de Catálogo: Fãs especularam que o uso de vídeos do YouTube ocorreu porque Bieber vendeu os direitos de suas músicas recentemente, embora a teoria não tenha sido confirmada.
• Debate de Gênero: Parte do público apontou que artistas mulheres costumam ser muito mais cobradas por perfeccionismo, enquanto Bieber foi chamado de "intimista" por alguns defensores.
Humor e Convidados
Apesar das críticas, o show contou com participações de peso, como The Kid Laroi, Tems e Wizkid. Até Katy Perry, que estava na plateia, entrou na brincadeira sobre o uso da plataforma de vídeos: "Graças a Deus ele tem [YouTube Premium], eu não quero ver nenhum anúncio", comentou a cantora.
Enquanto uma ala dos fãs celebrou a nostalgia e o tom "cru" da performance como uma forma simbólica de lembrar o início de sua carreira no próprio YouTube, a hashtag #Bieberchella seguiu dominada por memes e reclamações sobre a entrega técnica do headliner.
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar