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POLÍTICA

Justiça Eleitoral cassa mandato de vereador por compra de votos em Ourilândia do Norte

Parlamentar foi alvo de investigação do Ministério Público que comprovou esquema de corrupção e tentativa de violação do sigilo do voto

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Imagem ilustrativa da notícia Justiça Eleitoral cassa mandato de vereador por compra de votos em Ourilândia do Norte camera As investigações detalharam uma organização estruturada para a captação ilícita de sufrágio | Reprodução

Segundo informações apuradas pelo Diário do Pará, a Justiça Eleitoral determinou a cassação do mandato de um vereador no município de Ourilândia do Norte, no sudeste paraense, após a comprovação de um esquema de corrupção eleitoral e abuso de poder econômico. A decisão, fundamentada em uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) movida pelo Ministério Público Eleitoral, também torna o agora ex-parlamentar inelegível por oito anos.

As investigações detalharam uma organização estruturada para a captação ilícita de sufrágio durante o pleito municipal de 2024. O esquema envolvia o pagamento de eleitores em espécie e o recrutamento de intermediários para garantir o apoio nas urnas.

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Violação do Sigilo do Voto

Um dos pontos mais graves apontados pelo Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA) foi a tentativa de violar o sigilo do voto. Segundo o relatório, o grupo utilizava equipamentos clandestinos para gravar o momento exato da votação na cabine, servindo como uma espécie de "comprovante" para o recebimento dos valores prometidos.

A sentença fundamentou-se em um robusto conjunto de provas, incluindo:

• Documentos e perícias: Que comprovaram a movimentação financeira ilícita.

• Depoimentos testemunhais: Que confirmaram a abordagem e o pagamento direto a eleitores.

• Apreensão de dispositivos: Utilizados para o monitoramento ilegal do voto.

Sanções e Impacto Político

Com a decisão, todos os votos obtidos pelo parlamentar foram anulados. Além da perda imediata do cargo e da inelegibilidade até 2032, a Justiça aplicou uma multa eleitoral severa aos envolvidos.

A punição reforça o rigor das autoridades no combate a irregularidades que comprometem a lisura democrática. Em nota, o Ministério Público ressaltou que práticas como a compra de votos ferem a liberdade de escolha do cidadão e resultam em sanções que impactam permanentemente as trajetórias políticas dos infratores.

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