A movimentação no comércio de Marabá começa a ficar intenso a partir desta sexta-feira (8) nos principais pontos lojistas da cidade, como Marabá Pioneira, Nova Marabá, Laranjeiras e as lojas da Nagib Mutran no núcleo Cidade Nova.
De acordo com Raimundo Alves Neto, presidente do Sindicato do Comércio de Marabá e Região (Sindicom), a situação em Marabá deve acompanhar as previsões da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que prevê um aumento de vendas tímido em relação ao ano passado, por conta da atual conjuntura econômica do país.
“Acreditamos que deve haver um crescimento de 1,5% que é a previsão da CNC e isso também deve ser levado em conta aqui em Marabá”, destacou.
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Neto também descreveu que as convenções acordadas entre lojistas e trabalhadores do comércio em Marabá vão possibilitar a abertura de lojas neste domingo para a venda do dia das mães. “Tudo tendo sido acordado e com os benefícios aos empregados do comércio como liberação e folga na semana ou o pagamento de horas extras”, salientou.
O supermercado Líder e o Magazan irão funcionar até as 20h neste domingo em Marabá.
Em Marabá também este ano a procura por presentes deve ser mais por lembranças do que presentes mais caros, também seguindo a tendência do país com destaque para o ramo de vestuário, calçados e acessórios.
PREVISÃO DA CNC
De acordo com previsão da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o volume de vendas do comércio varejista voltado para o Dia das Mães deverá atingir R$ 14,47 bilhões em 2026. Confirmada essa expectativa, o setor apresentaria avanço de 1,5% em relação à movimentação financeira real observada no ano passado.
Por conta da magnitude e da variedade de segmentos impactados por essa data comemorativa, o Dia das Mães é considerado o Natal do primeiro semestre pelo varejo brasileiro.
O ramo de vestuário, calçados e acessórios costuma responder pela maior fatia das vendas, não sendo diferente neste ano, com previsão de faturamento de R$ 5,74 bilhões que, uma vez confirmada, representará avanço de 2,0% em relação ao volume observado no ano passado.
Em seguida, farmácias, perfumarias e lojas de cosméticos (R$ 3,20 bilhões) e estabelecimentos especializados na venda de utilidades domésticas e eletroeletrônicos (R$ 1,88 bilhão) também devem responder por parcelas significativas das vendas.
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